Olá a todos! Este blogue será uma espécie de jornal de parede onde iremos partilhar alguns momentos do nosso dia a dia aqui na escola através de fotos, pequenos textos, algumas descobertas, visitas, comentários, entre outros.
sábado, 31 de maio de 2014
Dia da Criança
Terminados os testes intermédios do 2º ano a português e a matemática, fomos comemorar o Dia da Criança!!!
Antes de partirmos, todos colocámos protetor solar... Que alegria!!!
Assim que avistámos os insufláveis descalçámo-nos e saltámos lá para dentro!
Houve tempo para várias brincadeiras, entre elas a pintura no rosto...
ver mais em: www.cm-montemorvelho.pt
Um agradecimento à Câmara Municipal por ter proporcionado mais um dia especial às nossas crianças!
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Quinta-feira da Ascensão - Dia da Espiga
Hoje celebra-se o Dia da Espiga, cuja origem anterior à Era
cristã, está ligada aos festivais agrícolas das celebrações da Primavera, em
que com cantares e danças se comemorava o fim do Inverno e o renascimento da
vida vegetal e animal, pedindo a bênção dos deuses para as novas colheitas,
como acontece com a tradição das Maias.
Com o advento do Cristianismo e tal como aconteceu com outras festas pagãs, a Igreja cristianiza-a associando-a a um evento religioso, a festa da Ascensão.
Esta festa, que teve origem em Jerusalém e era no início celebrada no mesmo dia do Pentecostes, servia para festejar a Ascensão de Jesus ao Céu, não só em espírito, mas também em corpo e alma, em Betânia, na presença dos Apóstolos, e depois de os ter abençoado, quarenta dias após a sua Ressurreição.
A partir do sec. IV, este dia começa a ser celebrado como um dia especial, a Quinta-Feira de Ascensão, com procissões e a bênção dos campos e dos primeiros frutos que o povo levava como oferta, conseguindo-se desta maneira, que o ritual pagão do Dia da Espiga ficasse para sempre ligado à festa religiosa da Ascensão.
Em Portugal, este dia, considerado feriado ou Dia Santo, era celebrado com passeios pelo campo, merendas e bailaricos, aproveitando-se para se colher a espiga, que seria depois pendurada atrás da porta, até à sua renovação no ano seguinte, para que nunca faltasse o pão em casa!
Em 1952, por altura da revisão dos feriados nacionais, a Igreja teve de prescindir de alguns, entre eles, o da festa móvel da Ascensão, o que provocou algumas altercações. Pouco dispostos a prescindir desta festa, muitos concelhos adotaram-no como feriado municipal, o que mais uma vez se prova, que é às Câmaras Municipais que pertence a salvaguarda das tradições do nosso país…
A Espiga, ou mais propriamente o ramo que a forma, é composto de flores, troncos e cereais, seguindo um ritual de fertilidade onde todos eles têm o seu valor simbólico profano e religioso, embora variando de região para região.
Assim temos basicamente:
Espigas de trigo (em número ímpar) – pão
1 ramo de oliveira – azeite (luz, divina e não só) e paz
1 ramo de videira – vinho e alegria
Malmequer – ouro e prata
Papoilas – amor e vida
Alecrim – saúde e força
Guardado durante um ano atrás da porta, para trazer saúde, sorte, alegria e abundância, serve também para afastar a trovoada.
Associado a este dia, aparecem provérbios como:
Se chover na Quinta-feira de Ascensão, as pedrinhas darão pão.
O vento que soprar na Quinta-feira de Ascensão soprará todo o Verão.
Com o advento do Cristianismo e tal como aconteceu com outras festas pagãs, a Igreja cristianiza-a associando-a a um evento religioso, a festa da Ascensão.
Esta festa, que teve origem em Jerusalém e era no início celebrada no mesmo dia do Pentecostes, servia para festejar a Ascensão de Jesus ao Céu, não só em espírito, mas também em corpo e alma, em Betânia, na presença dos Apóstolos, e depois de os ter abençoado, quarenta dias após a sua Ressurreição.
A partir do sec. IV, este dia começa a ser celebrado como um dia especial, a Quinta-Feira de Ascensão, com procissões e a bênção dos campos e dos primeiros frutos que o povo levava como oferta, conseguindo-se desta maneira, que o ritual pagão do Dia da Espiga ficasse para sempre ligado à festa religiosa da Ascensão.
Em Portugal, este dia, considerado feriado ou Dia Santo, era celebrado com passeios pelo campo, merendas e bailaricos, aproveitando-se para se colher a espiga, que seria depois pendurada atrás da porta, até à sua renovação no ano seguinte, para que nunca faltasse o pão em casa!
Em 1952, por altura da revisão dos feriados nacionais, a Igreja teve de prescindir de alguns, entre eles, o da festa móvel da Ascensão, o que provocou algumas altercações. Pouco dispostos a prescindir desta festa, muitos concelhos adotaram-no como feriado municipal, o que mais uma vez se prova, que é às Câmaras Municipais que pertence a salvaguarda das tradições do nosso país…
A Espiga, ou mais propriamente o ramo que a forma, é composto de flores, troncos e cereais, seguindo um ritual de fertilidade onde todos eles têm o seu valor simbólico profano e religioso, embora variando de região para região.
Assim temos basicamente:
Espigas de trigo (em número ímpar) – pão
1 ramo de oliveira – azeite (luz, divina e não só) e paz
1 ramo de videira – vinho e alegria
Malmequer – ouro e prata
Papoilas – amor e vida
Alecrim – saúde e força
Guardado durante um ano atrás da porta, para trazer saúde, sorte, alegria e abundância, serve também para afastar a trovoada.
Associado a este dia, aparecem provérbios como:
Se chover na Quinta-feira de Ascensão, as pedrinhas darão pão.
O vento que soprar na Quinta-feira de Ascensão soprará todo o Verão.
( adaptado de http://obaudahistoria.blogspot.pt/)
terça-feira, 13 de maio de 2014
sexta-feira, 9 de maio de 2014
domingo, 4 de maio de 2014
Dia da Mãe, com Luísa Ducla Soares
A mãe
é uma árvore
e eu uma flor.
A mãe
tem olhos altos como estrelas.
Os seus cabelos brilham
como o sol.
A mãe
faz coisas mágicas:
transforma farinha e ovos
em bolos,
linhas em camisolas,
trabalho em dinheiro.
A mãe
tem mais força que o vento:
carrega sacos e sacos
do supermercado
e ainda me carrega a mim.
A mãe
conhece o bem e o mal.
Diz que é bom partir pinhões
e partir copos é mal.
Eu acho tudo igual.
A mãe
sabe para onde vão
todos os autocarros,
descobre as histórias que contam
as letras dos livros.
A mãe
tem na barriga um ninho.
É lá que guarda
o meu irmãozinho.
A mãe
podia ser só minha.
Mas tenho que a emprestar
a tanta gente...
A mãe
à noite descasca batatas.
Eu desenho caras nelas
e a cara mais linda
é da minha mãe.
In: Poemas da Mentira e da Verdade , Livros Horizonte
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Publicação em destaque
Articulação entre diferentes ciclos
Uma aula diferente! Chegou o dia de apresentação dos trabalhos de pesquisa! Finalmente!!! Juntos, na mesma sala, as turmas do 4...
-
"Um pentaminó é um poliminó composto de cinco (do Grego πέντε / pente) quadrados congruentes, conectados ortogonalmente. Existem...
-
Aproximam-se os Testes Intermédios para os alunos do 2º ano e as Fichas de Avaliação Finais para o 1º e 3º anos. V amos lá estudar e tirar ...