Olá a todos! Este blogue será uma espécie de jornal de parede onde iremos partilhar alguns momentos do nosso dia a dia aqui na escola através de fotos, pequenos textos, algumas descobertas, visitas, comentários, entre outros.
sexta-feira, 26 de maio de 2017
quinta-feira, 25 de maio de 2017
Dia da Espiga na EBI de Pereira
Quinta-feira da Ascensão - Dia da Espiga
Hoje celebra-se o Dia da Espiga, cuja origem anterior à Era cristã, está ligada aos festivais agrícolas das celebrações da Primavera, em que com cantares e danças se comemorava o fim do Inverno e o renascimento da vida vegetal e animal, pedindo a bênção dos deuses para as novas colheitas, como acontece com a tradição das Maias.
Com o advento do Cristianismo e tal como aconteceu com outras festas pagãs, a Igreja cristianiza-a associando-a a um evento religioso, a festa da Ascensão.
Esta festa, que teve origem em Jerusalém e era no início celebrada no mesmo dia do Pentecostes, servia para festejar a Ascensão de Jesus ao Céu, não só em espírito, mas também em corpo e alma, em Betânia, na presença dos Apóstolos, e depois de os ter abençoado, quarenta dias após a sua Ressurreição.
A partir do sec. IV, este dia começa a ser celebrado como um dia especial, a Quinta-Feira de Ascensão, com procissões e a bênção dos campos e dos primeiros frutos que o povo levava como oferta, conseguindo-se desta maneira, que o ritual pagão do Dia da Espiga ficasse para sempre ligado à festa religiosa da Ascensão.
Em Portugal, este dia, considerado feriado ou Dia Santo, era celebrado com passeios pelo campo, merendas e bailaricos, aproveitando-se para se colher a espiga, que seria depois pendurada atrás da porta, até à sua renovação no ano seguinte, para que nunca faltasse o pão em casa!
Em 1952, por altura da revisão dos feriados nacionais, a Igreja teve de prescindir de alguns, entre eles, o da festa móvel da Ascensão, o que provocou algumas altercações. Pouco dispostos a prescindir desta festa, muitos concelhos adotaram-no como feriado municipal, o que mais uma vez se prova, que é às Câmaras Municipais que pertence a salvaguarda das tradições do nosso país…
A Espiga, ou mais propriamente o ramo que a forma, é composto de flores, troncos e cereais, seguindo um ritual de fertilidade onde todos eles têm o seu valor simbólico profano e religioso, embora variando de região para região.
Assim temos basicamente:
Espigas de trigo (em número ímpar) – pão
1 ramo de oliveira – azeite (luz, divina e não só) e paz
1 ramo de videira – vinho e alegria
Malmequer – ouro e prata
Papoilas – amor e vida
Alecrim – saúde e força
Guardado durante um ano atrás da porta, para trazer saúde, sorte, alegria e abundância, serve também para afastar a trovoada.
Associado a este dia, aparecem provérbios como:
Se chover na Quinta-feira de Ascensão, as pedrinhas darão pão.
O vento que soprar na Quinta-feira de Ascensão soprará todo o Verão.
Com o advento do Cristianismo e tal como aconteceu com outras festas pagãs, a Igreja cristianiza-a associando-a a um evento religioso, a festa da Ascensão.
Esta festa, que teve origem em Jerusalém e era no início celebrada no mesmo dia do Pentecostes, servia para festejar a Ascensão de Jesus ao Céu, não só em espírito, mas também em corpo e alma, em Betânia, na presença dos Apóstolos, e depois de os ter abençoado, quarenta dias após a sua Ressurreição.
A partir do sec. IV, este dia começa a ser celebrado como um dia especial, a Quinta-Feira de Ascensão, com procissões e a bênção dos campos e dos primeiros frutos que o povo levava como oferta, conseguindo-se desta maneira, que o ritual pagão do Dia da Espiga ficasse para sempre ligado à festa religiosa da Ascensão.
Em Portugal, este dia, considerado feriado ou Dia Santo, era celebrado com passeios pelo campo, merendas e bailaricos, aproveitando-se para se colher a espiga, que seria depois pendurada atrás da porta, até à sua renovação no ano seguinte, para que nunca faltasse o pão em casa!
Em 1952, por altura da revisão dos feriados nacionais, a Igreja teve de prescindir de alguns, entre eles, o da festa móvel da Ascensão, o que provocou algumas altercações. Pouco dispostos a prescindir desta festa, muitos concelhos adotaram-no como feriado municipal, o que mais uma vez se prova, que é às Câmaras Municipais que pertence a salvaguarda das tradições do nosso país…
A Espiga, ou mais propriamente o ramo que a forma, é composto de flores, troncos e cereais, seguindo um ritual de fertilidade onde todos eles têm o seu valor simbólico profano e religioso, embora variando de região para região.
Assim temos basicamente:
Espigas de trigo (em número ímpar) – pão
1 ramo de oliveira – azeite (luz, divina e não só) e paz
1 ramo de videira – vinho e alegria
Malmequer – ouro e prata
Papoilas – amor e vida
Alecrim – saúde e força
Guardado durante um ano atrás da porta, para trazer saúde, sorte, alegria e abundância, serve também para afastar a trovoada.
Associado a este dia, aparecem provérbios como:
Se chover na Quinta-feira de Ascensão, as pedrinhas darão pão.
O vento que soprar na Quinta-feira de Ascensão soprará todo o Verão.
( adaptado de http://obaudahistoria.blogspot.pt/)
quarta-feira, 24 de maio de 2017
Articulação Pré-escolar/JI e 1º Ciclo na EBI de Pereira!
NOTÍCIAS
1- ATIVIDADES DE ARTICULAÇÃO PEDAGÓGICA COM AS TURMAS DO 1º A E A SALA B DO JI
O Lourenço do 1º A convidou os meninos da sala B para ouviram uma história na Biblioteca e foi muito divertido. Parabéns ao Lourenço, pois ele leu muito bem a história. Depois o Lourenço convidou os meninos mais pequeninos para irem realizar uma atividade na sala dos mais velhos....e dois a dois partilharam as cadeiras e ajudaram-se uns aos outros para pintarem um palhaço. Foi uma manhã muito agradável.
1.1- A Veronika foi ler uma história à sala dos meninos do jardim de infância e todos ouviram com muita atenção . Parabéns à Veronika , pois leu muito bem.
2- VISITA À BIBLIOTECA MUNICIPAL AFONSO DUARTE EM MONTEMOR O VELHO
Numa bela manhã de sol,os meninos da sala B do jardim de infância de Pereira foram visitar a Biblioteca Municipal Afonso Duarte em Montemor o Velho e participaram na "Hora do conto" ouvindo a história "Quiquiriqui". Depois fomos pintar e recortar o pintainho. Para finalizar deliciámo-nos a "ler" livros na Biblioteca.
3- A DRAMATIZAÇÃO DA LENDA DE PEREIRA
No âmbito do projeto curricular do Departamento da Educação Pré Escolar...."Viagens na minha Terra"..., os meninos da sala B, descobriram com a ajuda das famílias alguns monumentos de Pereira, conheceram a bandeira, aprenderam a fazer as "Queijadas de Pereira" com a D.Lulu e descobriram ainda a Lenda de Pereira...
Num belo dia D. Afonso Henriques, o 1º Rei de Portugal travou uma batalha contra os Mouros que queriam tirar as terras aos portugueses, mas o Rei convidou o Capitão Pereira para ajudar a combater os Mouros e assim, juntos conquistaram as terras de Coimbra e Montemor-o-Velho aos Mouros. D. Afonso Henriques quis agradecer ao Capitão Pereira a ajuda prestada na conquista de mais terras do condado portucalense e ofereceu-lhe as terras de Pereira cultivadas e por cultivar. Os meninos gostaram tanto da lenda que resolveram fazer o teatro ....foi tão engraçado e divertimo-nos muito!
Repórter: Educadora Paula Martins
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