Olá a todos! Este blogue será uma espécie de jornal de parede onde iremos partilhar alguns momentos do nosso dia a dia aqui na escola através de fotos, pequenos textos, algumas descobertas, visitas, comentários, entre outros.
sábado, 28 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
Experiências com diferentes tipos de solos
1ª - Com base na observação através da lupa verificámos que as 3 amostras de solo (solo do canteiro, solo do quintal, areia) têm uma composição diferente.
2ª Verificámos que o solo arenoso (areia) é permeável, o solo do canteiro e o da horta (franco) são semipermeáveis e que o solo argiloso (barro) é impermeável.
As rochas
As rochas
As rochas não são tão duras quanto se pensa nem duram uma eternidade.
Pelo contrário, estão sujeitas a um ciclo de nascimento e desaparecimento, que
é responsável pela constante alteração e renovação da superfície da Terra.
Existem três tipos de rocha no nosso planeta: rocha magmática (rocha eruptiva), rocha sedimentar e rocha metamórfica.
O tipo mais frequente a superfície da Terra é a rocha sedimentar, abaixo da superfície
predominam a rocha magmática e a rocha metamórfica.
Todas as rochas metamórficas
são fruto das altas temperaturas e / ou das pressões existentes no interior da Terra,
ou seja, resultam da metamorfose de rochas eruptivas ou sedimentares. As rochas
metamórficas mais conhecidas são o mármore e a ardósia. As pedras preciosas são
um subproduto particularmente valioso destes processos.
As rochas sedimentares
são constituídas por pedacinhos de rocha e resíduos de plantas ou animais
transportados dos rios para o mar, onde se depositam e formam camadas
gradualmente comprimidas até alcançarem a forma de rocha sólida. Como exemplo
das rochas sedimentares temos o calcário, a argila, a ardósia ou o cré.
As rochas magmáticas são também designadas
por rochas eruptivas. Formam-se a partir de magma arrefecido e solidificado na crosta terrestre ou de lava arrefecida e solidificada na superfície da terra.
Neste sentido, faz-se a distinção entre plutónios, ou rocha plutónica, e
vulcânicos, ou rocha vulcânica formada a partir de lava. Uma das rochas
eruptivas mais vulgares é o basalto, uma rocha vulcânica escura.
Bibliografia
O planeta Terra – Saber actual –
pág.28/29
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
O calcário
Calcário
Na minha
região a rocha mais abundante é o calcário. É uma rocha pouco dura, de cor
clara, mas também pode ser escura.
Os principais usos do calcário são:
- Produção
de cimento
- Produção
de cal
- Correção
do pH do
solo para a agricultura
- Fundente
em metalurgia
- Fabricação
de vidro
- Como
pedra ornamental
- Adubação química
Rafael Ventura
3º D, nº 18
Milhões, Mil milhões, Biliões ou Triliões?
Milhões, Mil milhões, Biliões ou Triliões? Esclareça a confusão!
segunda-feira, julho 30, 2012 , publicada por João Pimentel Ferreira
Nota: Este artigo aplica-se só a Portugal, pois no Brasil as coisas ficam mais fáceis, devido à similaridade com os EUA da notação.
Esclareçamos as confusões (notação europeia):
Mil
|
1.000
|
103
|
três zeros
|
1 Milhão
|
1.000.000
|
106
|
seis zeros
|
Mil milhões
|
1.000.000.000
|
109
|
nove zeros
|
1 bilião
|
1.000.000.000.000
|
1012
|
doze zeros
|
Mil biliões
|
1.000.000.000.000.000
|
1015
|
quinze zeros
|
1 trilião
|
1.000.000.000.000.000.000
|
1018
|
dezoito zeros
|
Um teatro em grande
Um teatro em
grande
Dia 9 de Fevereiro fomos ver um grupo de
teatro chamado «Atrapalharte». No teatro havia duas peças: «A Carochinha» e o «Freguês
caloteiro».
Na
peça «A Carochinha» as personagens eram: a Carochinha, o Porco Leitão, o Gato,
o Rato e também havia o Cão que foi o meu amigo Diogo Teixeira. Na peça de
teatro da Carochinha tinha vários animais interessados em casar com ela. Mas só
o Rato é que conseguiu, porque era trabalhador, divertido e tinha um bom coração.
Na peça o «Freguês caloteiro» as
personagens eram: o Freguês, o barbeiro e o cabide que fui eu. Também o Freguês
queria que lhe cortassem a barba e o cabelo a preceito. Mas o Freguês não tinha
dinheiro então… A porrada começou e o Roberto chegou para parar e para ninguém
partir cabeças.
Eu gostei muito que o teatro
«Atrapalharte» fosse à escola e espero que venha outra vez.
Diogo
Moura
3º
D, nº 8
As professoras estagiárias
As
professoras estagiárias
Em Outubro tivemos uma grande surpresa! Eu
e os meus colegas ficámos impressionados e tentámos descobrir quem era. Quando
a professora Paula disse que eram as professoras novas, ficamos todos
contentes. Perguntamos como se chamavam, onde viviam e quantos anos tinham.
As professoras chamam-se Cátia e Laura.
Elas foram muito queridas, fizeram atividades muito engraçadas e interessantes na nossa sala. Uma das atividades que mais gostei foi quando fomos fazer queijadas de Pereira em casa da dona Lurdes. Foi muito divertido!
Estivemos ainda a falar sobre a confeção das queijadas e do pastel de Tentúgal. Observámos a mãe da professora Laura a fazer pastéis, onde ela esticou a massa e ficou enorme.
Realizámos o trabalho dos doces conventuais de Montemor-o-Velho. Eu fiz sobre o pastel de Tentúgal.
Elas foram muito queridas, fizeram atividades muito engraçadas e interessantes na nossa sala. Uma das atividades que mais gostei foi quando fomos fazer queijadas de Pereira em casa da dona Lurdes. Foi muito divertido!
Estivemos ainda a falar sobre a confeção das queijadas e do pastel de Tentúgal. Observámos a mãe da professora Laura a fazer pastéis, onde ela esticou a massa e ficou enorme.
Realizámos o trabalho dos doces conventuais de Montemor-o-Velho. Eu fiz sobre o pastel de Tentúgal.
Gostei muito de ter estas
professoras. Elas são as melhores do mundo!
Texto realizado
por:
Diogo Teixeira
3º D, nº 7
Teatro na escola
Teatro
na escola
Na
minha escola houve duas peças de teatro realizadas no dia 9 de Fevereiro e apresentadas
pelo grupo Atrapalharte.
No grupo participaram quatro atores, que
representaram, de manhã, para os alunos do 1º e 2º anos e de tarde foi para a minha
turma juntamente com o 4º ano.
O
teatro começou com um actor a cantar e a dançar, a seguir foi a história da
Carochinha e o Diogo Teixeira fez de cão. Por fim, na história do Freguês Caloteiro
o Diogo Moura fez de cabide.
O
teatro foi muito divertido porque alguns alunos também puderam participar, foi
um momento muito interessante e por isso, no próximo ano, eu gostava que a
experiência se voltasse a repetir.
Trabalho realizado por:
Rafael Ventura
O teatro veio à escola
O teatro veio à escola
A peça de teatro “ O
freguês caloteiro “ foi muito divertida, porque tinha imensas piadas.
A história começava
assim:
Um dia um freguês foi ao barbeiro e pediu-lhe se podia cortar
o cabelo e a barba. O barbeiro disse-lhe que sim.
O barbeiro cortou a barba e o cabelo ao senhor. No fim, o
barbeiro pediu 17 euros ao freguês, mas este não tinha o dinheiro e foi pedi-lo
à sua esposa (prof. Alda). Como a esposa também não tinha o dinheiro, o freguês
fugiu, mas o barbeiro viu-o e então deu-lhe com o cacetete.
No fim da peça as pessoas que estavam a representar deram-nos
um marcador de livros.
Para agradecer a todos os atores, a professora Lucinda
ofereceu-lhes queijadas.
Beatriz Alves
3º D, nº 4
Robertices
ROBERTICES
Tudo começou
na segunda-feira quando a equipa “Atrapalharte” chegou à escola. Estávamos na
sala de aula, bateram à porta, abrimos a porta e apareceu um senhor a dizer
para nós irmos ao teatro, e nós fomos.
Quando começou
apareceu um Roberto, porque o teatro era das “Robertices”, o primeiro teatro
foi o da “Carochinha” e depois “o Freguês Caloteiro”, e os dois foram muito
engraçados!
No fim fizemos
muitas perguntas, depois tirámos muitas fotografias.
O Diogo
Teixeira fez de cão, o Diogo Moura fez de cabide e o Pedro Dias ficou a segurar
a mala do Barbeiro.
Afonso Seiça
3º D, nº 1
O teatro na Escola
O teatro na Escola
No dia 9 de Fevereiro de 2015, na minha escola
decorreu na biblioteca um teatro para os meninos do 1º ciclo.
O teatro era sobre duas histórias, uma delas foi a da Carochinha e a outra era a do freguês caloteiro, as personagens da história da Carochinha eram: Carochinha e o Porco Leitão, o Cão e o João Ratão, quem fez o papel de Cão foi o Diogo Teixeira, e as personagens da história do freguês caloteiro eram o freguês caloteiro e o barbeiro.
Gostei muito do
freguês caloteiro, porque não tinha dinheiro e disse ao barbeiro para mudar o
nome da barbearia para atrair clientes e chamou-lhe assim: na «barbearia Ribeiro
não é preciso dinheiro» e enquanto o barbeiro ia mudando o nome da barbearia, o
freguês caloteiro aproveitou para fugir, quando o barbeiro o viu fugir
começou-lhe a bater.
Gostei muito da história da
Carochinha, porque o Porco Leitão estava a andar de mota e quando a mota lhe
caiu em cima, ele disse «a mota esbardalhou-se toda».
O preço do teatro não foi caro,
porque foram apenas 2 euros e ainda por cima foi muito divertido!
Tiago Garrido
3º D, nº 22
A feira dos doces
A feira dos doces
Hoje de manhã eu e os meus
colegas ajudámos a montar a nossa mini-feira. Lá nas paredes e nos vidros havia
receitas, o brasão de pereira e o brasão de Montemor-o-Velho, pastéis de Tentúgal,
queijadas de Tentúgal, queijadas de Pereira, pastéis de nata, biscoitos
variados, tartes, bolos de chocolate, barrigas de freira, pinhas de Montemor,
espigas doces, bolinhos e muito mais coisas.
O nome da nossa feira é “Doces e Sabores” como
o projeto das professoras estagiárias.
Quando fomos buscar o lanche, a
Malu deu um rebuçado de morango a todos os meninos da nossa turma e eu
guardei-o para depois do lanche. De seguida fomos almoçar, quando acabei de
comer fui à feira comprar um doce. Depois fui ter com uns meninos e meninas e
fizemos vários jogos. Entretanto entrámos para a sala de aula.
A Professora Paula disse para nós fazermos um
desenho onde podíamos desenhar algumas das coisas que estavam expostas na feira
e a minha mãe foi lá à sala, porque a professora Paula a tinha chamado por
causa de me estar a doer a cabeça e a garganta.
Às 15 horas descemos todos e fomos
ajudar a vender as coisas e a professora Fátima Amado deu-me um comprimido e eu
fui ao bar pedir um copo de água e pela primeira vez engoli logo o comprimido
pela garganta abaixo e estive até às 19 horas a ajudar a vender na feira.
Cátia Oliveira
3º D, nº 6
Desafio II - SeguraNet
Para onde foi o dinheiro?
O Rui estava a jogar um videojogo, quando reparou que a personagem lhe
pedia o número de telefone, mas nesse instante apareceu uma pessoa que se
chamava Ana Link e que o aconselhou a não dar os seus dados pessoais. O Rui não
ligou e deu o seu número de telefone.
Passado algum tempo o Rui tentou ligar à mãe, mas não conseguiu. Então
levou o telemóvel ao pai e verificaram que estava sem dinheiro para fazer
chamadas. O pai perguntou ao Rui onde é que ele tinha gasto o dinheiro e o Rui
não soube responder, porque sabia onde o tinha gasto.
O pai decidiu ir com o Rui a uma loja de telemóveis para saberem o que se
tinha passado com o telemóvel. Na loja o senhor que estava ao balcão perguntou-lhes
em que é que ele os poderia ajudar. Eles responderam que o saldo do telemóvel
tinha desaparecido e não sabiam o motivo.
O senhor da loja perguntou se o Rui tinha jogado algum jogo em que lhe
pedissem o número de telemóvel. Ele lembrou-se que durante um jogo, lhe pediram
o número de telemóvel e ele deu-o, lembrando-se também que a Ana Link tinha
dito para não o fazer.
Daí em diante nunca mais voltou a partilhar os seus dados pessoais sem
que os pais o autorizassem.
Inês Gonçalves
3ºD, nº 11
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Companhia de Teatro "AtrapalhArte"
Teatro AtrapalhArte
Na segunda-feira dia 9 de
fevereiro veio à biblioteca uma companhia de teatro, que atuou todo o dia na
minha escola, mas como a minha turma tinha teste, só pudemos ir assistir da
parte da tarde.
Havia duas peças, mas a que eu
gostei mais foi a da Carochinha e por isso vou contar essa história:
A Carochinha a varrer a cozinha achou
5 euros debaixo do tapete e disse (a gritar pela casa):
- Ah, achei cinco euros, estou
rica! Estou farta de trabalhar, quero arranjar um marido e casar! Já sei! Vou
fazer uma carta!
A Carochinha no fim de fazer a
carta lambeu o envelope para colar. Pôs-se à janela e cantou uma canção, mas
ainda não tinha chegado ninguém.
De repente, com uma música
apareceu o porco e a mota dele desmontou-se toda.
O porco trocava o apelido da mãe
e do pai, e a Carochinha disse:
-Não te quero, melhor marido
espero!
Um senhor convidou o Diogo
Teixeira para passar por cão, vestindo uma máscara que tinha um nariz de cão. A
Carochinha não o quis como melhor amigo.
Vitória, vitória acabou-se a
história!
Bárbara Santos
3º D, nº3
sábado, 21 de fevereiro de 2015
Atualização do blogue
Olá a todos!!!
Após o carnaval, eis que surgem uns dias maiores e mais bonitos com sol, ouvem-se chilreios nos beirais e veem-se já alguns botões que despontam nos ramos ainda despidos das árvores.
Também estes dias de interrupção serviram para recarregar baterias e voltarmos à escola cheios de energia e prontos para continuarmos as nossas aventuras na escola!
Que bom aprender, partilhar e saber cada vez mais e melhor!!!
Com este espírito também o nosso blogue levou com uma lufada de ar fresco! Espero que gostem!
Após o carnaval, eis que surgem uns dias maiores e mais bonitos com sol, ouvem-se chilreios nos beirais e veem-se já alguns botões que despontam nos ramos ainda despidos das árvores.
Também estes dias de interrupção serviram para recarregar baterias e voltarmos à escola cheios de energia e prontos para continuarmos as nossas aventuras na escola!
Que bom aprender, partilhar e saber cada vez mais e melhor!!!
Com este espírito também o nosso blogue levou com uma lufada de ar fresco! Espero que gostem!
“AtrapalhArte”
“AtrapalhArte”
Na tarde do dia
9 de Fevereiro fomos à biblioteca assistir a uma peça de teatro chamada “A Carochinha”
e “O freguês caloteiro” do livro que se chama “Robertices” da escritora Luísa
Dacosta.
No teatro da Carochinha
ela estava à procura de um noivo, passou o porco com as suas acrobacias e a
seguir veio o cão na pessoa do Diogo Teixeira que até ofereceu rosas à Carochinha.
O cão tinha um encarregado de educacão
que sabia caontar e por último o rato
que tinha uma cauda maior do que ele. Por fim, a Carochinha e o Rato viveram
juntos para sempre.
Na peça do “Freguês”,
ele queria cabelo e barba cortados a jeito para encantar a sua amada, mas não
tinha dinheiro, então levou umas mocadas do barbeiro que só trabalhava de
janeiro a fevereiro.
Gostei muito do
teatro!!!
João André
3º D, nº 12
As Professoras Novas
As Professoras Novas
O que eu
gostei mais foi da mini-feira conventual que as professoras novas fizeram na
nossa escola!
Também gostei
muito de ter as professoras novas na nossa sala de aula, porque fizeram novas
atividades connosco e nós gostámos muito dessas atividades, por exemplo:
Árvores de Natal com a nossa família, Bonecos do dia das bruxas…
Conhecemos a mãe da Prof. Laura e até fizemos pastéis e queijadas
de Tentúgal. O que eu queria é que as professoras ficassem aqui para sempre.
Foi muito divertido ter as professoras novas na nossa sala!
António Santos
3º D, nº
As professoras estagiárias
As professoras estagiárias
Logo no primeiro dia em que vi as
professoras estagiárias adorei! Conheci duas pessoas novas, amigas e muito queridas!
Nós fizemos muitas atividades divertidas desde
outubro de 2014 até ao final de janeiro de 2015. Foi muito “giro” conhecê-las!
Num dos dias estivemos a escrever uma receita,
para um papel, para entregar às professoras novas. Noutro dia, na escola,
estivemos com sacos de areia a saltar de um lado para o outro e com uma corda
gigante saltávamos, uns a seguir aos outros. Também jogámos o jogo do dado. Eu,
os meus colegas e as professoras estagiárias vivemos muitas aventuras,
aventuras emocionantes!
Passámos algumas aulas juntos e
gostei muito!
Beijinhos para a Cátia e a Laura!
Tiago Proa
3º D
As professoras estagiárias_RafaelO
As professoras estagiárias
Eu e os meus colegas adorámos as
atividades que as professoras novas nos ensinaram. A minha turma fez uma feira
de doces onde apareceram muitas pessoas, um dos doces foi o pastel de Tentúgal.
Também realizámos muitos jogos onde
todos os alunos participaram e muitos gráficos de barras.
Ofereceram uma pulseira a cada um
de nós e em troca a professora ofereceu uma fotografia de grupo.
Um dia em que estive doente, eu não
sei o que fizeram, mas penso que também foi divertido.
Fizemos alguns jogos no quadro e aprendemos a
trabalhar melhor com os acentos, entre outras coisas.
Elas também nos acompanharam em
duas visitas de estudo, uma a Lisboa e a outra à dona Lurdes, onde aprendemos a
fazer queijadas de Pereira e ainda veio à nossa escola a mãe da professora
Laura que nos ensinou a fazer pastéis e queijadas de Tentúgal.
Eu adorei este tema e as
professoras estagiárias!
Rafael oliveira
3º D, Nº19
“Robertices" com a Companhia de Teatro “AtarpalhArte”_JoãoF
O teatro veio à Escola
No passado dia 9 de Fevereiro de 2015, a Companhia de Teatro “AtarpalhArte”, veio à nossa escola apresentar na biblioteca, duas peças de teatro intituladas “A Carochinha” e “O Freguês Caloteiro” da obra “Robertices” da autora Luísa Dacosta.
A assistir ao teatro, no período da tarde, estiveram as turmas do 3º e 4º ano de escolaridade acompanhadas pelas professoras titulares de cada turma, o professor de apoio, outros professores e algumas auxiliares.
Na primeira peça, assistimos à história da Carochinha a varrer a sua cozinha, onde encontrou cinco euros. Depois perguntou à janela a quem passava, quem é que queria casar com ela.
Em primeiro lugar passou um porco a quem ela pediu que lhe mostrasse uma acrobacia e o porco atendeu ao seu pedido e equilibrou-se para não cair, em cima de um rolo com uma tábua.
A peça da carochinha parou neste momento e houve um senhor que convidou os alunos a participarem na peça de teatro.Neste momento houve vários alunos que colocaram o dedo no ar, mostrando interesse em participar.
O senhor escolheu o aluno Diogo Teixeira e este apareceu vestido de cão e começou a dançar. A Carochinha perguntou novamente: “Quem quer casar com a Carochinha?”.
O pai do cão, foi dando indicações para ele repetir como por exemplo: (ladrar e gritar) e o Diogo imitou-o.
A carochinha fez várias perguntas ao cão (Diogo Teixeira) e ele respondeu sempre que não e a Carochinha, disse que assim não queria casar com ele e foi embora.
De seguida, apareceu um rato e ela voltou a perguntar, se ele queria casar com ela e ele respondeu que sim e ela disse para ele mostrar uma acrobacia e ele mostrou e ela escolheu-o a ele e ficaram felizes para sempre.
Na assistência todos bateram palmas e seguiu-se a outra peça.
Esta iniciou-se numa barbearia onde mais uma vez o público foi convidado a participar. Desta vez, foi o aluno Pedro o escolhido, que segurou na mala do barbeiro que estava com dificuldades em abrir a porta do seu estabelecimento. O barbeiro precisou de outro ajudante e chamou o aluno Diogo Moura que fez de cabide, fora da barbearia.
Entretanto veio um freguês que queria cortar o cabelo e no fim não tinha dinheiro para pagar e gerou-se uma grande confusão onde a professora Alda teve também um papel de esposa que desempenhou na perfeição.
Quase a terminar a peça apareceu um senhor que pediu para se acalmarem e terminou assim a peça de teatro.
Eu gostei muito de assistir e gostava que esta companhia viesse mais vezes à escola, foi muito divertido!
João Francisco
3º D, nº 13
As professoras estagiárias_Duarte
As
Professoras Estagiárias
Eu gostei muito da presença das estagiárias Cátia e
Laura durante o 1º e um bocado do 2º período.
Gostei muito da experiência da feira conventual no dia
27 de janeiro que foi organizada pelas professoras estagiárias. Gostei quando
fomos ver a Lulu fazer queijadas de Pereira e nós também fizemos uma que depois
trouxemos para casa.
Também gostei quando fomos fazer os jogos do salto à
corda, dos sacos e do jogo da glória no recreio da escola e no fim fizemos o
desenho dos três jogos da parte que gostámos mais.
Gostei também quando fomos ao auditório ver um filme
sobre o ambiente e a importância das árvores no nosso planeta, com pipocas
salgadas e pipocas doces que as professoras estagiárias trouxeram para nós
comermos como se estivéssemos numa sala de cinema.
Duarte Joaquim
3º D
Educação Literária
Lista de obras e textos para iniciação à educação literária:
http://bibliotecadaduminha.blogspot.pt/p/metas-curriculares-obras-e-textos.html
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
A nossa querida Malu (Maria Luiza Cavalcanti)
A Malu teve de voltar para o Brasil, pois lá já começou o novo ano letivo. Entre trocas de miminhos e muitas lágrimas, esperamos que a Malu aprenda bastante e seja muito feliz com a sua nova turma.
Aqui teremos sempre a porta aberta para uma nova visita... Até já Malu! Beijinhos!!!
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
SeguraNet - Desafio II
No dia 10 de fevereiro de 2015 comemora-se o Dia da Internet Mais Segura.
Vamos relembrar o novo desafio:
Desafio II - Partilha de Dados Pessoais
Com esta atividade, pretende-se que os alunos criem colaborativamente um livro, em formato físico ou digital (ebook) - onde deve estar presente a personagem Ana Link, dedicada ao tema “Partilha de Dados Pessoais”.
Como consta no regulamento, cada turma deverá concorrer apenas com um trabalho.
Sugere-se que este trabalho seja publicado, com destaque, na página, blogue e/ou jornal da Escola.
Sugestões de trabalho:
1. Assistir ao vídeo disponibilizado em:
2. Debater o vídeo em grupo.
Poderão ser abordadas as seguintes questões:
- Disponibilização de informações pessoais (tais como: morada, escola, número de telemóvel, fotos pessoais, etc.) que podem comprometer a segurança do utilizador;
- Utilização de nomes de ecrã (nickname) que não revelem esses dados pessoais;
- Não transpor para a realidade situações de jogos;
- Falar com adultos (pais, professores, etc.) sobre situações que te deixaram desconfortável que possam ou tenham mesmo acontecido.
3. Construir um livro, tendo por base o vídeo visualizado. Este livro será composto por um conjunto de ilustrações produzidas pelos alunos, acerca desta temática.
4. No final, enviar o trabalho realizado, através da plataforma SeguraNet, que pode conter fotos desse mesmo trabalho ou o próprio link do ebook construído.
Sugestões de software para construir um livro digital (ebook):
http://calibre-ebook.com/ (Tutorial: http://goo.gl/jsjls7).
Carnaval também é... teatro!
Livro recomendado para o 3º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada - Grau de Dificuldade II.
Como escreve Luísa Dacosta nas primeiras páginas, "Robertices" pretende recordar a tradição popular dos espectáculos de rua com os toscos robertos que tanto maravilharam crianças e adultos "no tempo em que havia tempo para ter tempo e um dia sem escola podia ser uma eternidade" (p.13). Com os desenhos de Cristina Valadas que ilustram muito bem o aspecto improvisado dos bonecos com cabeças de pau, os mais pequenos podem soltar a sua imaginação e saber como se divertiam as crianças de outros tempos. E para os mais crescidos será com certeza uma delícia para a memória.
Como escreve Luísa Dacosta nas primeiras páginas, "Robertices" pretende recordar a tradição popular dos espectáculos de rua com os toscos robertos que tanto maravilharam crianças e adultos "no tempo em que havia tempo para ter tempo e um dia sem escola podia ser uma eternidade" (p.13). Com os desenhos de Cristina Valadas que ilustram muito bem o aspecto improvisado dos bonecos com cabeças de pau, os mais pequenos podem soltar a sua imaginação e saber como se divertiam as crianças de outros tempos. E para os mais crescidos será com certeza uma delícia para a memória.
Foi sem dúvida um momento mágico vivido na Biblioteca escolar da EBI de Pereira, proporcionado pela Companhia AtrapalhArte de Coimbra ao representarem esta obra de uma forma fabulosa!
A Carochinha para além de ser muito engraçada, é tão linda que derreteu corações e o freguês caloteiro fez rir, a bom rir, toda a plateia!!!
Origens do Entrudo (ou Carnaval)
"Na era cristã, a explicação etimológica para o termo «Carnaval» aponta para a palavra carnisvalerium (carnis de carne, valerium, de adeus), o que designaria o «adeus à carne» ou à «suspensão do seu consumo», em função da quadra seguinte: a Quaresma, em que a carne é abolida da alimentação na religião cristã.
A própria designação «Entrudo» – ainda muito utilizada entre nós, principalmente no meio rural –, do latim introitus (intróito), apresenta igual significado: o de introduzir, dar entrada, começo ou anunciar a aproximação da quadra quaresmal. Em Portugal, uma das primeiras referências ao Entrudo, encontra-se num documento datado de 1252, no reinado de D. Afonso III, embora não propriamente relacionado com as festividades carnavalescas, mas com o calendário religioso.
Na época de D. Sebastião, são várias as menções que salientam as brincadeiras do Entrudo, entre elas a do «lançamento de farelos», que nem sempre acabavam bem.«Entrudos» (ou «entruidos») é também o nome atribuído em diversos lugares aos próprios mascarados, consoante as regiões do nosso País."
(Soledade Martinho Costa)
"Entrudo é a antiga celebração do que hoje nós conhecemos com o nome de Carnaval. O Entrudo chegou ao Brasil juntamente com os portugueses, no ano de 1641, na cidade do Rio de Janeiro e desde o início, participavam da comemoração todas as famílias, e também os escravos.
Desde a Idade Média, se comemorava o carnaval em Portugal, com uma série de brincadeiras que variavam de aldeia para aldeia, e em algumas delas existiam grandes bonecos, chamados entrudos, e daí que originou-se o nome da celebração, porém entrudos não significavam apenas os bonecos, mas toda a festa em si e as brincadeiras."
(http://www.significados.com.br/entrudo)
Os caretos de Podence e de Lazarim representam ainda hoje o entrudo mais ancestral de Portugal, nomeadamente na região de Trás os Montes.
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